Aqui é um espaço para crescermos juntos

Nada é por acaso! Tudo tem um propósito um plano. Vamos descobrir juntos. Falaremos de assuntos variados mas edificantes. Não tenho a pretensão de ensinar a não ser a de aprender, conhecer um pouco mais a cada dia.Creio que a vida tem muito a nos ensinar e viajaremos juntos nesse emocionante mundo da internet que nos tem permitido viver uma grande metanoia constante.( Metanóia é uma palavra de origem grega (μετάνοια , metanoia) e significa arrependimento, conversão (tanto espiritual, bem como intelectual), mudança de direção e mudança de mente; mudança de atitudes, temperamentos; caráter trabalhado e evoluído.) Beijos e bençãos .

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Perdendo muito dinheiro







VIDRO - A produção de vidro pela reciclagem reduz em 20% a poluição do ar e em 50% a poluição da água relacionadas à produção. 
LATA DE ALUMÍNIO - A reciclagem de uma lata de alumínio dá origem a uma nova lata de alumínio, economizando energia suficiente para deixar acesa uma lâmpada de 100 watts por 20 horas. 
PAPEL - Uma tonelada de papel reciclado economiza 10 mil litros de água e evita o corte de 17 árvores. 
PLÁSTICO - Cada 100 toneladas de plástico reciclado economiza 1 tonelada de petróleo. 
LIXO - A incineração de 10 mil toneladas de lixo cria um emprego, o aterramento da mesma quantidade cria seis empregos e a reciclagem desse montante de lixo cria 36 empregos.

Os governos federal, estaduais e municipais não investem na reciclagem por falta de percepção global para o planejamento, que reduziria a necessidade de importação de petróleo e os gastos com eletricidade. Os Estados ganhariam com a economia de água e de controle ambiental e os municípios reduziriam seus custos com a destinação final do lixo e manutenção dos aterros. Com isso, o País acaba perdendo recursos naturais e energia elétrica, sem contar os custos ambientais e de saúde decorrentes da disposição inadequada dos resíduos. 
Uma única lata de alumínio pode produzir uma outra idêntica, e a energia economizada seria suficiente para manter ligada uma lâmpada de 100 watts por 20 horas ou uma televisão por 3 horas. No caso do papel, a reciclagem de uma tonelada resulta em uma economia de 50% de energia elétrica e de 10 mil litros de água, além de evitar o corte de 17 árvores. 
Ao longo dos anos, o Brasil tornou-se um grande reciclador de materiais como alumínio e papelão, mas continua reciclando pouco plástico __ cujo valor de mercado da sucata é muito baixo __ e aço. Isso porque os materiais que têm melhor relação de valor no item peso acabam sendo mais negociados. 
Outro entrave ao desenvolvimento da indústria da reciclagem é que a percepção da necessidade de preservação ambiental ainda é tênue na sociedade brasileira. Uma pesquisa realizada pelo Procon de São Paulo mostrou que apenas um em cada sete cidadãos paulistanos diz separar material para reciclagem. E somente 10% consideram a separação dos resíduos como uma contribuição pessoal para a futura solução do problema do lixo. 
Segundo Jaime Caetano Jr., da ONG Recicla Brasil, o homem urbano quer preservar o meio ambiente, mas se vê muito longe do seu alvo, sem levar em conta que a sua prática dentro de casa também pode contribuir. Para ele, parte dos ganhos da indústria e do governo com a reciclagem poderiam ser repassados aos consumidores, incentivando a separação do lixo doméstico. “Com o valor agregado da economia em todo o processo, as prefeituras poderiam subsidiar os edifícios que separam seu lixo para reciclagem”, sugere. 
O problema da falta de viabilidade econômica reflete-se também na posição da indústria, que é quem tem os maiores ganhos com a reciclagem. Para o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Ronald Caputo, existe o interesse econômico por trás de tudo, pois ao encontrar um valor para o resíduo, se estimula também o processo de coleta. Para o plástico, diz ele, o valor de mercado da sucata ainda é muito baixo. Por isso, em 1995, o índice de reciclagem do plástico foi de apenas 12%.

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